5 de abr. de 2010

AS DUAS FASES DA VINDA DE CRISTO


Consideramos o fato das duas fases da vida de Cristo como a chave que é necessária para destrancar o sentido de muitas passagens da Escritura. Sem um reconhecimento deste fato as passagens que tratam deste grande evento são confusas.

I. AS DUAS FASES CONTRASTADAS

1. A primeira fase será no ar (1 Tess. 4:15-17); a segunda será para ser na terra (Zac. 14:4).

2. A primeira fase de Sua vinda será para o Seu povo (Mat. 25:6-10; João 14:2); a segunda fase será com o Seu povo (Judas 14; Apoc. 17:14).

3. A primeira fase será Sua vinda como um noivo (Mat. 25:6-10); a segunda fase será Sua vinda como um rei para julgar e reinar (Sal. 96:13; Zac. 14:9; Mat. 25:31; Apoc. 19:15; 20:4).

4. Na primeira fase os justos serão tirados dentre os ímpios (Mat. 25:6-10; 1 Tess. 4:15,17); na segunda fase os ímpios serão tirados dentre os justos (Mat. 13:40-42).

5. Na primeira fase os justos na terra encontrarão o Senhor no ar para irem para o céu com Ele (1 Tess. 4:17; João 14:2); na segunda fase eles simplesmente entram no reino aqui na terra (Mat. 13:43; 25:34).

6. Na primeira fase os incrédulos são meramente deixados na terra (Mat. 25:10-12); na segunda fase eles são destruídos e lançados no fogo eterno (Mat. 25:41,46).

7. Em conexão com a primeira fase haverá uma ressurreição dos justos (1 Tess. 4:15-17); em conexão com a segunda fase não haverá ressurreição específica (Mat. 25:31-46).

8. A primeira fase está sempre iminente (Marcos 13:35,36; Tiago 5:8; Apoc. 22:12); a segunda fase é para ser precedida de certas coisas definitas (Mat. 24:14-29; 2 Tess. 2:1-8).

II. AS DUAS FASES SEPARADAS QUANTO AO TEMPO

Mesmo uma consideração casual dos contrastes antecedentes mostra que as duas fases da vinda de Cristo não podem ocorrer simultaneamente ou em conexão aproximada. Mas notai estas evidências específicas que um período de tempo intervirá entre elas:

1. Desde que na primeira fase os justos serão tirados dentre os ímpios e na segunda os ímpios serão tirados dentre os justos , é impossível que as duas fases ocorram em conexão aproximada. Todos os justos serão retirados na primeira fase; logo, deve haver tempo suficiente entre a primeira e a segunda fase para alguém ser salvo.

2. Desde que na primeira fase de Cristo é para receber os Seus discípulos nas muitas mansões preparadas para eles no céu (João 14:2) e na segunda fase os justos na terra são para entrarem no reino sobre a terra , é outra vez impossível que ambas as fases ocorram em conexão aproximada. Os que entram no reino na segunda fase devem ser salvos na primeira fase.

3. Desde que a primeira fase ocorra em qualquer tempo (tanto quanto o homem sabe) e a segunda fase deve ser precedida de eventos específicos (vide § 8 acima), elas não podem ocorrer em conexão aproximada. Uma é iminente, a outra não. Logo, uma deve estar bem longe da outra.

4. Deve haver tempo suficiente entre as duas fases para que o Homem do Pecado (2 Tess. 2:3) seja revelado e corra o seu curso. Ele não pode ser revelado até que o empecilho será removido do caminho (2 Tess. 2:6,7). O empecilho é o Espírito Santo residindo em toda a pessoa salva (1 Cor. 6:19). Que o Espírito Santo é o empecilho está provado pelo pronome pessoal que a Ele se aplica e também de duas maneiras pelo processo de eliminação. A única outra teoria digna de se considerar, e que tem sido adiantada, é que o governo romano era o empecilho; mas o governo romano foi tirado do caminho há uns quinze séculos e o Homem do Pecado ainda não foi revelado. Mas ainda, o governo romano não podia impedir a revelação de semelhante ser, como ele é representado, mas antes contribuiria para sua revelação. A remoção do caminho do Espírito Santo realizar-se-á quando Cristo tirar o Seu povo da terra, que será na primeira fase de Sua vinda. Tempo suficiente deve transcorrer, portanto, entre a primeira e a segunda fase para este monstro correr seu curso, porquanto ele é para ser destruído na segunda fase (2 Tess. 2:8).

5. Também deve haver tempo suficiente entre as duas fases para todos os eventos recordados em Apoc. 7 a 19. Esta seção da Escritura devera incluir o capítulo seis também, sem dúvida, mas podemos estar certos de que ela deve começar com o capítulo sete, pois que no capítulo sete temos a selagem dos servos de Deus na terra e só os judeus são selados. Isto mostra que a primeira fase da vinda de Cristo já teve logar; porque, doutra maneira, certamente estariam alguns gentios servos de Deus na terra. Os cento e quatro mil judeus mencionados como sendo selados neste capítulo são evidentemente aqueles que serão salvos imediatamente depois do aparecimento de Cristo no ar. E então, para confirmar esta idéia seguindo-se imediatamente o relato da selagem desses judeus, temos a multidão inumerável no céu (Apoc. 7:9). Estes, manifestamente, são aqueles que foram levantados da terra no aparecimento de Cristo no ar.

Então a segunda fase da vinda de Cristo não aparece até atingirmos o capítulo 19 e há toda evidência de uma ordem cronológica geral. Assim os eventos dos capítulos do meio são para terem logar durante o ínterim entre as duas fases da vinda de Cristo.

Nossos oponentes escarnecem da idéia de um período de tempo entre as duas fases da vinda de Cristo. Dizem que ensinamos que haverá duas vindas em vez de uma. Podem chamá-la o que quiserem. O Novo Testamento fala só de uma vinda, mas claramente revela que esta uma vinda consistirá de duas fases, separadas por um período de tempo. Preferimos crer o que ele ensina, desatendendo as perversões deles.

III. A PRIMEIRA FASE DA VINDA DE CRISTO É IMINENTE

Mostramos agora que a vinda de Cristo é para consistir de duas fases e que estas fases são para se separarem por um período de tempo. Aqui nos encarregamos de provar que a primeira fase de Sua vinda é iminente. Notai que não estamos tentando provar que a vinda de Cristo para o julgamento e o reino é iminente. Tanto quanto sabemos, todas as profecias não cumpridas referentes a esta época (e há muitas), sem violência a elas ou a quaisquer outras Escrituras, podem ser cumpridas no ínterim entre as duas fases da vinda de Cristo; mas não sabemos de nenhuma profecia que se deva cumprir antes de Cristo vir para Sua noiva.

Webster define a palavra iminente como significando "ameaçando de ocorrer imediatamente; à mão; impendente". Sustentamos que este é exatamente o modo que Deus ensinou na Sua Palavra, que os crentes deveriam considerar a vinda do seu Senhor para recebê-los para Si mesmo. A Escritura ensina que este evento está sempre "à mão" e que os crentes, portanto, deveriam estar sempre na atitude de vigilante expectativa. Notai as seguintes passagens:

1. Marcos 13:35,36 "Vigiai, portanto, porque não sabeis quando o dono da casa vem, se à tarde, se à meia noite, se ao cantar do galo, se pela, manhã, para que não venha de improviso e vos ache dormindo."

Thayer diz que o sentido de vigiar, nesta e parecidas passagens, é tomar cuidado, "sob a pena de por negligencia e indolência alguma calamidade destrutiva assaltar alguém." . Pode haver qualquer razão consciente para vigiar para um evento, a menos que, tanto quanto sabemos, aconteça agora?.

2. Tiago 5:8 ? "Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor apropinqua-se".

A palavra grega para "está próxima" está no tempo mais que perfeito e quer dizer, segundo Thayer, "chegou perto, está à mão". Uma forma parecida da mesma palavra está dito por Thayer era usada "concernente coisas iminentes e prestes a acontecer". O verbo na passagem acima está traduzido "está a mão" nove vezes na versão do Rei Tiago. Mat. 26:46 fornece um bom exemplo do seu uso.

3. Apocalipse 22:12 "Eis que venho presto e o meu galardão está comigo para dar a todo homem segundo for sua obra".

A palavra na passagem para rapidamente não significa repentinamente, como alguns a teriam, mas quer dizer "destro, expeditamente, sem demora" (Thayer). Boas mostras do seu uso podem ser achadas em Mat. 5:25; 28:7,8; Marc. 16:8; João 11:29. Na passagem supra à vinda de Cristo está falada como Deus a vê: mil anos são como um dia com Deus (1 Ped. 3:8). E está assim representada que o tempo dela pode ser incerto a crentes. Tanto quanto eles sabem, ela pode ocorrer a qualquer momento; logo, para eles é sempre iminente.

Muitas passagens mostram o valor prático de uma crença na vinda iminente de Cristo. Proeminente entre elas está Tiago 5:8, como dada acima. Esta passagem mostra que uma crença na vinda de Cristo é um incentivo à paciência e fortaleza no meio de sofrimento e aflições.


Autor: Thomas Paul Simmons, D.Th.

Fonte: Vivendo da fé

31 de mar. de 2010

DEUS NOS VÊ COM AMOR


Deus nos Vê com Amor

"Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compade¬ceu-se dela e curou os seus en¬fermos." (Mateus 14.14 - grifo do autor.)

El Roí - O Deus que Vê

"Então, ela invocou o nome do Senhor, que lhe falava: Tu és Deus que vê; pois disse ela: Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê?" (Gênesis 16.13.)

O Senhor é El Roí, o Deus que vê. Ele é onipresente, e seus olhos não estão fechados. Ele não está dormin¬do, alheio às circunstâncias. Ele vê.
Nessa passagem de Gênesis 16, o anjo do Senhor encontra a escrava Hagar, perdida no deserto, depois de fugir de sua ama, Sara.
Nada está escondido aos olhos do Senhor. Ele nos vê, mesmo quando estamos perdidos, no deserto, seden¬tos, desesperados.

Jesus Vê

"Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença." (João 9.1 - grifo do autor.)

Esse homem nascera assim. Seus olhos jamais viram a beleza de uma paisagem ou um lindo pôr-do-sol. Sua vida era escura, sem cores.
Naquele tempo, um homem cego estava condenado ao abandono e à miséria.
Miserável. Acabado. Ele se sentia assim. Se morresse, ninguém perce¬beria que ele se fora. Ninguém se importava com ele. Quer dizer... qua¬se ninguém, porque a Bíblia diz que "caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença".
Jesus é maravilhoso. Não importa como estejamos, ele nos vê.
Ele viu, no meio da multidão, aquele pobre cego. Ninguém passa despercebido para Jesus. Ele sabe quando um pássaro morre e quan¬do um fio de cabelo cai.
Cada um de nós é único para o Senhor. Ele se preocupa conosco. Ele conhece todos os nossos sonhos, frustrações e tristezas.
Ele viu o cego. E vê a nós também.

"Agora Vejo!"

"Então, chamaram, pela se¬gunda vez, o homem que fora cego e lhe disseram:
"Dá glória a Deus; nós sabe¬mos que esse homem é pecador.
"Ele retrucou:
"Se é pecador, não sei; uma coi¬sa sei: eu era cego e agora vejo." (João 9.24,25.)

O Senhor abre os nossos olhos. Esse é um verdadeiro milagre. Temos de aprender a ver - as pessoas e a nós mesmos - como o Senhor enxer¬ga.

Ver com os Olhos de Deus
"Então, chegaram a Betsaida; e lhe trouxeram um cego, rogando-lhe que o tocasse.
"Jesus, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia e, aplicando-lhe saliva aos olhos e impondo-lhe as mãos, pergun¬tou-lhe:
"Vês alguma coisa?
"Este, recobrando a vista, res¬pondeu:
"Vejo os homens, porque como árvores os vejo, andando.
"Então, novamente lhe pôs as mãos nos olhos, e ele, passando a ver claramente, ficou restabe¬lecido; e tudo distinguia de modo perfeito." (Marcos 8.22-25.)

Geralmente quando Jesus curava, só tocava na pessoa, ou dizia algu¬mas palavras, e a pessoa era imedi¬atamente curada.
Contudo, nessa passagem de Mar¬cos 8, a cura se deu em duas etapas:

Uma Visão Adulterada
Jesus tocou os olhos do homem, e perguntou-lhe:
"Você está vendo alguma coisa?"
Ele, então, respondeu:
"Vejo pessoas; mas elas parecem árvores, andando."
Esse é o problema de muitos cris¬tãos. Quando olham ao redor, não distinguem a imagem divina estam¬pada nas pessoas. Não vêem o quan¬to são importantes para Deus.
Até mesmo a imagem que têm de si mesmo é deturpada.

Uma Visão Correta
Então, Jesus toca novamente aquele homem. E a sua visão se tor¬na perfeita. Então ele passa a ver tudo de maneira clara, sem distorções.
O mesmo precisa acontecer com cada um de nós. Temos de ver que todas as pessoas, aos olhos de Deus, possuem um valor inestimável.
Não importa o modo como vivem.
O Senhor acredita no potencial de cada uma delas.
Tanto os vencedores quanto os perdedores são importantes para o Senhor.
Tenho o privilégio de conviver com alguns irmãos, verdadeiros tesouros de Deus. Contudo, aos olhos huma¬nos o futuro deles seria a morte, a cadeia ou a miséria. Mas são pessoas prósperas, atuantes na igreja. Por quê? Porque foram olhadas com amor, com esperança.
Todos são amados por Deus. O Senhor chama todos os homens para fazerem parte de sua família.
Devemos começar a enxergar as pessoas como tesouros de Deus.
O Senhor nos ama e é dessa ma¬neira que ele nos vê:

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Fi¬lho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3.16.)
"E andai em amor, como tam¬bém Cristo nos amou e se entre¬gou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aro¬ma suave." (Efésios 5.2.)

Trecho do livro " Como Deus Te Vê" Pr Jorge Linhares

23 de mar. de 2010

QUEM REALMENTE AMA A DEUS


“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.”
João 14:21

Esse versículo tão glorioso nos dá uma resposta bem clara a respeito de quem verdadeiramente ama ao Senhor. Somente aquele que tem os seus mandamentos e os guarda.
Sinceramente, não entendo como uma pessoa pode se dizer cristã se nem ao menos tem o hábito de meditar na Bíblia. Não têm um programa mínimo de leitura da Palavra. É profundamente constrangedor vermos pessoas com bastante tempo de Evangelho e que não tem o menor conhecimento bíblico. Vivem um Evangelho de “achismo”; nunca tem uma resposta para os seus problemas ou dificuldades baseada na Palavra.
É por isso que Oséias inspirado por Deus declara: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento” (Os 4: 6a). Se não conhecem o Testamento, não conhecem os seus direitos e não têm como reivindicá-los. Não conhecem a autoridade da sua posição como filhos de Deus.
Também de igual importância é guardarmos os mandamentos do Senhor. Leia com bastante atenção o que Tiago diz:

“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.”
Tiago 1:22

Note como a vida cristã fica extremamente sem sentido quando uma pessoa apenas fala, mas não vive o que fala. Se não praticarmos aquilo que falamos, nossa vida cristã vira simplesmente hipocrisia! Os fariseus viviam assim: pensavam que estavam muito bem com Deus, porque apenas ensinavam as pessoas como procederem, mas não praticavam uma única palavra do que diziam (Mt 23:3).
Meu amado irmão, nossa vida espiritual não pode estar resumida apenas em discursos bonitos ou regras de condutas para os outros. Não podemos, como os fariseus, viver uma vida cristã apenas de aparência. Não é possível continuar assim. O Espírito Santo tem feito um apelo para que deixemos a aparência e vivamos a substância do Evangelho.
Deus quer gerar em nossos dias o “Espírito de graças e de súplicas” (Zc 12: 10).
Recentemente, estava em um retiro espiritual por ocasião do carnaval e só havia basicamente jovens e adolescentes. Pouco antes do término do culto de domingo à noite, Deus derramou do seu Espírito de graças e de súplicas e um grande quebrantamento foi gerado naquele lugar.
Adolescentes com idade variando entre doze e quinze anos, foram tomados pelo Espírito de Deus e choravam se lamentando pelos seus pecados, pedindo perdão a Deus. A presença de Deus foi tão forte, que muitos ficaram até as três da manhã somente orando e louvando ao Senhor. Alguns, uma semana após o ocorrido, ainda choravam ao se lembrar do que Deus havia feito em suas vidas.
Querido leitor, se você se sente na situação desesperadora de apenas viver de aparência, por favor, pare agora a leitura deste livro, ore e reconcilie-se com o Senhor. Tiago nos recomenda: “Assim falai, assim procedei”.(Tg 2:12a). Um dos principais desafios para a Igreja neste começo de século é justamente este: viver aquilo que fala.
Saiba de uma coisa: quando pregamos, evangelizamos, ou tão somente conversamos sobre as coisas de Deus; com evangélicos mesmo, a nossa vida é refletida como um espelho.
O mundo pode não gostar da sua voz, da sua aparência, do seu modo de vestir, ou de qualquer outra coisa, mas nunca, nem cristãos ou ímpios podem apontar o dedo para você e dizer: este não vive o que prega. Isto é muito sério!
A resposta para uma grande questão que tem assolado a Igreja em nossos dias também é encontrada aqui, numa pequena frase: “e me manifestarei a ele”. Isso porque as pessoas têm buscado a Deus de forma errada! Querem buscar a presença de Deus de qualquer jeito. Do seu próprio modo.
Lembra-se de Davi e o seu intento de trazer a arca da aliança para Jerusalém? A motivação de Davi era legítima, haja vista que ele estava de todo o coração buscando a presença de Deus.
Davi então, ajuntou a todos os escolhidos de Israel e preparou um carro novo para levar a arca de Deus da casa de Abinadabe para Siló. Preparou um carro novo, onde puseram a arca e Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, guiavam o carro.
O final dessa história você já conhece: Uzá morreu porque tocou na arca de Deus. Porque Deus fez isso?Porque ele foi buscado de forma errada. Davi não conhecia a lei de Deus que dizia que apenas os descendentes de Levi poderiam conduzir a arca do Senhor.
Muitas pessoas fazem isso todos os dias. Buscam a Deus não como ele próprio estabelece, mas como eles acham que está certo. Davi também achava que estava certo, no entanto, não estava de acordo com a vontade de Deus que é revelada na sua Palavra.
Para Jesus manifestar-se em sua vida de forma maravilhosa só existe um jeito: tendo e guardando os mandamentos do Senhor.
Pessoas estão se decepcionando com Deus quando deveriam estar se decepcionando com a sua própria falta de obediência. Sem obediência aos mandamentos de Deus, ninguém vai ver a glória de Deus sobre a sua vida! Mais uma vez eu tenho que dizer: se o Espírito Santo está falando profundamente ao seu coração, e sei que está; pare um pouco e ore. Com certeza Deus está de braços abertos para lhe perdoar, lhe abençoar e lhe dar uma vida abundante com a qual você nunca conseguiu sonhar. Entretanto, é necessário primeiro que você humilhe-se diante da presença do Senhor.

Trecho do livro de Edson F. de Almeida "A Igreja que alvoroça o mundo"