31 de mar de 2010

DEUS NOS VÊ COM AMOR


Deus nos Vê com Amor

"Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compade¬ceu-se dela e curou os seus en¬fermos." (Mateus 14.14 - grifo do autor.)

El Roí - O Deus que Vê

"Então, ela invocou o nome do Senhor, que lhe falava: Tu és Deus que vê; pois disse ela: Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê?" (Gênesis 16.13.)

O Senhor é El Roí, o Deus que vê. Ele é onipresente, e seus olhos não estão fechados. Ele não está dormin¬do, alheio às circunstâncias. Ele vê.
Nessa passagem de Gênesis 16, o anjo do Senhor encontra a escrava Hagar, perdida no deserto, depois de fugir de sua ama, Sara.
Nada está escondido aos olhos do Senhor. Ele nos vê, mesmo quando estamos perdidos, no deserto, seden¬tos, desesperados.

Jesus Vê

"Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença." (João 9.1 - grifo do autor.)

Esse homem nascera assim. Seus olhos jamais viram a beleza de uma paisagem ou um lindo pôr-do-sol. Sua vida era escura, sem cores.
Naquele tempo, um homem cego estava condenado ao abandono e à miséria.
Miserável. Acabado. Ele se sentia assim. Se morresse, ninguém perce¬beria que ele se fora. Ninguém se importava com ele. Quer dizer... qua¬se ninguém, porque a Bíblia diz que "caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença".
Jesus é maravilhoso. Não importa como estejamos, ele nos vê.
Ele viu, no meio da multidão, aquele pobre cego. Ninguém passa despercebido para Jesus. Ele sabe quando um pássaro morre e quan¬do um fio de cabelo cai.
Cada um de nós é único para o Senhor. Ele se preocupa conosco. Ele conhece todos os nossos sonhos, frustrações e tristezas.
Ele viu o cego. E vê a nós também.

"Agora Vejo!"

"Então, chamaram, pela se¬gunda vez, o homem que fora cego e lhe disseram:
"Dá glória a Deus; nós sabe¬mos que esse homem é pecador.
"Ele retrucou:
"Se é pecador, não sei; uma coi¬sa sei: eu era cego e agora vejo." (João 9.24,25.)

O Senhor abre os nossos olhos. Esse é um verdadeiro milagre. Temos de aprender a ver - as pessoas e a nós mesmos - como o Senhor enxer¬ga.

Ver com os Olhos de Deus
"Então, chegaram a Betsaida; e lhe trouxeram um cego, rogando-lhe que o tocasse.
"Jesus, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia e, aplicando-lhe saliva aos olhos e impondo-lhe as mãos, pergun¬tou-lhe:
"Vês alguma coisa?
"Este, recobrando a vista, res¬pondeu:
"Vejo os homens, porque como árvores os vejo, andando.
"Então, novamente lhe pôs as mãos nos olhos, e ele, passando a ver claramente, ficou restabe¬lecido; e tudo distinguia de modo perfeito." (Marcos 8.22-25.)

Geralmente quando Jesus curava, só tocava na pessoa, ou dizia algu¬mas palavras, e a pessoa era imedi¬atamente curada.
Contudo, nessa passagem de Mar¬cos 8, a cura se deu em duas etapas:

Uma Visão Adulterada
Jesus tocou os olhos do homem, e perguntou-lhe:
"Você está vendo alguma coisa?"
Ele, então, respondeu:
"Vejo pessoas; mas elas parecem árvores, andando."
Esse é o problema de muitos cris¬tãos. Quando olham ao redor, não distinguem a imagem divina estam¬pada nas pessoas. Não vêem o quan¬to são importantes para Deus.
Até mesmo a imagem que têm de si mesmo é deturpada.

Uma Visão Correta
Então, Jesus toca novamente aquele homem. E a sua visão se tor¬na perfeita. Então ele passa a ver tudo de maneira clara, sem distorções.
O mesmo precisa acontecer com cada um de nós. Temos de ver que todas as pessoas, aos olhos de Deus, possuem um valor inestimável.
Não importa o modo como vivem.
O Senhor acredita no potencial de cada uma delas.
Tanto os vencedores quanto os perdedores são importantes para o Senhor.
Tenho o privilégio de conviver com alguns irmãos, verdadeiros tesouros de Deus. Contudo, aos olhos huma¬nos o futuro deles seria a morte, a cadeia ou a miséria. Mas são pessoas prósperas, atuantes na igreja. Por quê? Porque foram olhadas com amor, com esperança.
Todos são amados por Deus. O Senhor chama todos os homens para fazerem parte de sua família.
Devemos começar a enxergar as pessoas como tesouros de Deus.
O Senhor nos ama e é dessa ma¬neira que ele nos vê:

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Fi¬lho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3.16.)
"E andai em amor, como tam¬bém Cristo nos amou e se entre¬gou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aro¬ma suave." (Efésios 5.2.)

Trecho do livro " Como Deus Te Vê" Pr Jorge Linhares

23 de mar de 2010

QUEM REALMENTE AMA A DEUS


“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.”
João 14:21

Esse versículo tão glorioso nos dá uma resposta bem clara a respeito de quem verdadeiramente ama ao Senhor. Somente aquele que tem os seus mandamentos e os guarda.
Sinceramente, não entendo como uma pessoa pode se dizer cristã se nem ao menos tem o hábito de meditar na Bíblia. Não têm um programa mínimo de leitura da Palavra. É profundamente constrangedor vermos pessoas com bastante tempo de Evangelho e que não tem o menor conhecimento bíblico. Vivem um Evangelho de “achismo”; nunca tem uma resposta para os seus problemas ou dificuldades baseada na Palavra.
É por isso que Oséias inspirado por Deus declara: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento” (Os 4: 6a). Se não conhecem o Testamento, não conhecem os seus direitos e não têm como reivindicá-los. Não conhecem a autoridade da sua posição como filhos de Deus.
Também de igual importância é guardarmos os mandamentos do Senhor. Leia com bastante atenção o que Tiago diz:

“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.”
Tiago 1:22

Note como a vida cristã fica extremamente sem sentido quando uma pessoa apenas fala, mas não vive o que fala. Se não praticarmos aquilo que falamos, nossa vida cristã vira simplesmente hipocrisia! Os fariseus viviam assim: pensavam que estavam muito bem com Deus, porque apenas ensinavam as pessoas como procederem, mas não praticavam uma única palavra do que diziam (Mt 23:3).
Meu amado irmão, nossa vida espiritual não pode estar resumida apenas em discursos bonitos ou regras de condutas para os outros. Não podemos, como os fariseus, viver uma vida cristã apenas de aparência. Não é possível continuar assim. O Espírito Santo tem feito um apelo para que deixemos a aparência e vivamos a substância do Evangelho.
Deus quer gerar em nossos dias o “Espírito de graças e de súplicas” (Zc 12: 10).
Recentemente, estava em um retiro espiritual por ocasião do carnaval e só havia basicamente jovens e adolescentes. Pouco antes do término do culto de domingo à noite, Deus derramou do seu Espírito de graças e de súplicas e um grande quebrantamento foi gerado naquele lugar.
Adolescentes com idade variando entre doze e quinze anos, foram tomados pelo Espírito de Deus e choravam se lamentando pelos seus pecados, pedindo perdão a Deus. A presença de Deus foi tão forte, que muitos ficaram até as três da manhã somente orando e louvando ao Senhor. Alguns, uma semana após o ocorrido, ainda choravam ao se lembrar do que Deus havia feito em suas vidas.
Querido leitor, se você se sente na situação desesperadora de apenas viver de aparência, por favor, pare agora a leitura deste livro, ore e reconcilie-se com o Senhor. Tiago nos recomenda: “Assim falai, assim procedei”.(Tg 2:12a). Um dos principais desafios para a Igreja neste começo de século é justamente este: viver aquilo que fala.
Saiba de uma coisa: quando pregamos, evangelizamos, ou tão somente conversamos sobre as coisas de Deus; com evangélicos mesmo, a nossa vida é refletida como um espelho.
O mundo pode não gostar da sua voz, da sua aparência, do seu modo de vestir, ou de qualquer outra coisa, mas nunca, nem cristãos ou ímpios podem apontar o dedo para você e dizer: este não vive o que prega. Isto é muito sério!
A resposta para uma grande questão que tem assolado a Igreja em nossos dias também é encontrada aqui, numa pequena frase: “e me manifestarei a ele”. Isso porque as pessoas têm buscado a Deus de forma errada! Querem buscar a presença de Deus de qualquer jeito. Do seu próprio modo.
Lembra-se de Davi e o seu intento de trazer a arca da aliança para Jerusalém? A motivação de Davi era legítima, haja vista que ele estava de todo o coração buscando a presença de Deus.
Davi então, ajuntou a todos os escolhidos de Israel e preparou um carro novo para levar a arca de Deus da casa de Abinadabe para Siló. Preparou um carro novo, onde puseram a arca e Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, guiavam o carro.
O final dessa história você já conhece: Uzá morreu porque tocou na arca de Deus. Porque Deus fez isso?Porque ele foi buscado de forma errada. Davi não conhecia a lei de Deus que dizia que apenas os descendentes de Levi poderiam conduzir a arca do Senhor.
Muitas pessoas fazem isso todos os dias. Buscam a Deus não como ele próprio estabelece, mas como eles acham que está certo. Davi também achava que estava certo, no entanto, não estava de acordo com a vontade de Deus que é revelada na sua Palavra.
Para Jesus manifestar-se em sua vida de forma maravilhosa só existe um jeito: tendo e guardando os mandamentos do Senhor.
Pessoas estão se decepcionando com Deus quando deveriam estar se decepcionando com a sua própria falta de obediência. Sem obediência aos mandamentos de Deus, ninguém vai ver a glória de Deus sobre a sua vida! Mais uma vez eu tenho que dizer: se o Espírito Santo está falando profundamente ao seu coração, e sei que está; pare um pouco e ore. Com certeza Deus está de braços abertos para lhe perdoar, lhe abençoar e lhe dar uma vida abundante com a qual você nunca conseguiu sonhar. Entretanto, é necessário primeiro que você humilhe-se diante da presença do Senhor.

Trecho do livro de Edson F. de Almeida "A Igreja que alvoroça o mundo"

18 de mar de 2010

OS DEZ PASSOS DO DISCÍPULO DE JESUS


Para ser um bom líder e discípulo será sempre necessário que, você candidato, tenha sempre no seu coração três importantes atributos: ser obediente a seu líder espiritual, submisso e fiel. Se você não aceita ser comandado, no exercício desses três importantíssimos atributos que os quais Jesus foi o primeiro a nos ensinar. Jamais poderá ser um líder. Jesus nunca disse não às ordens dadas a ele por Deus. A resposta foi sempre sim Senhor, seja feita a sua vontade e não a minha. Você está se preparando para ser um líder de Célula. Esta é a visão deste curso. Sendo assim ,acompanhe com muita atenção no exposto das lições aqui compreendidas. Estar totalmente integrado na visão da igreja é benção para sua vida . Vamos levar almas para Jesus?


1º Estude bem a sua Bíblia ( Sl 119:9 , 111, 112)
Não há arma mais forte contra Satanás como a Palavra de Deus. Com Ela o
Senhor Jesus pôs o Diabo para correr. E ainda hoje ele foge das setas da verdade.
A palavra é o material com que o Espírito Santo forma o novo homem à semelhança de Cristo ( Rm8:29)

2º- Ore sem cessar ( 1Ts 5:17)
O que o alimento é para o corpo., a palavra e a oração é para o homem. Se tem incrédulos à sua volta, não tema ajoelhar e orar a Deus, em sua presença. A primeira causa de desviar-se de alguém do caminho do Senhor é acha-la na negligencia na oração e na falta de observância da Palavra de Deus . “ Nada tendes, porque nada pedis”. ( Tg4:2)

3º- Não ajunte dívidas para com Deus
Se a sua comunhão com Deus for quebrada por algum descuido, por algum pecado,
ou por qualquer outra coisa, confessa tudo diante de teu Pai Celestial no mesmo momento, e pede que lhe dê a alegria da sua salvação (Sl 51:14). A demora em confessar pode aumentar a separação entre você e Deus. ( Jo 1:19) Antes crescei na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
A Ele seja a glória, agora e para sempre! Amem”. (2Pe 3:18).

4º- Nunca entre em discussões.
Se alguém vier e quiser contradizer a sua fé e duvidar da sua conversão, é melhor ficar calado e tranqüilo e procurar orar a Deus com a pessoa do que defender-se e discutir ( “pois o servo de Senhor não deve contender mas ser amável para com todos...( 2Tm 2:24). Se ele for indiferente à verdade, diz-nos a Palavra de Deus: “Aparta-te dos tais”( 1Tm 6:5)

5º- Se for possível evite a comunicação com ímpios e incrédulos, e vigie sobre o seu viver com os cristão hipócritas.
Se a sua ocupação na vida diária lhe obriga a estar em companhia deles, viva tão perto de Jesus para poder repreender o pecado e a hipocrisia. E então a maneira de viver destas pessoas, os incrédulos, arderá em suas consciências e talvez lhes sirvam para a salvação. “E não vos associeis às obras sem frutos das trevas, mas antes rejeitai-as” ( Ef 5:11). Não sejais cúmplices: Esta última palavras é traduzida do grego “sugknoneuo” que significa participar de , estar ligado a, Ter comunhão com, as mas companhias, elas devem ser repelidas para que não formem parte do nosso novo padrão de vida. As mas ações devem ser evitadas. Embora saibamos que certos convívios não podem ser evitados em diversos níveis sociais e familiares. (1Co 5:10). Obras sem frutos: No grego é “akarpos”, isto é, estéril , improdutivo sem utilidade real. Qualquer trabalho tem por finalidade produzir, mas , as mas obras são contraprodutivas. A Bíblia também recomenda: “Todo aquele que vai além do ensinamento de Cristo e nele não permanece, não tem a Deus; o que permanece na doutrina, tem o Pai e também o Filho. SE alguém vem Ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem o saldeis. ( 2Jo I: 9,10).
Aqui, o apóstolo João nos chama a atenção, que eliminem a lepra mediante o isolamento. Através das informações tiradas da Bíblia de R.N champlin ele nos informa que João ao ir aos banhos públicos, uma prática considerada cotidiana na vida dos judeus, não entrava se soubesse que ali havia cristãos transgressores da lei estivessem como o caso de Cerinto, o líder cristão que pregava o gnosticismo em Efeso, os falsos mestres e lideres que incentivavam o pecado e doutrinas contrarias a de Cristo, O Amor , O perdão o arrependimento e etc. Sem contar com o fato de que havia falsos evangelistas onde o autor sagrado ordenava que se afastassem deles, não permitindo nem as saudações comuns, como uma “ alô” e “adeus”. Embora saibamos que Jesus veio para os perdidos, mas perdidos são os que não conhecem a palavra de Deus, e não crente mandrião, que não carrega em si o caráter e a mete de Cristo.

6º- Procure ser uma luz e testemunha do Senhor onde estiver.
Testemunha do Senhor Jesus é sempre muito bom, mas, não deixe que isto seja para você uma obrigação e uma carga . Como uma vela acesa ilumina um quarto escuro sem o menos esforço, assim você deve estar tranqüilo no lugar que o Senhor lhe colocou, iluminando ao seu redor com a graça de Deus lhe der. ( Mt 5:14).”Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;” em Mt 14:3 tem uma interessante citação de Jesus a respeito da luz. “Sede luzes de Israel, mais puros que todos os gentios.... Que farão todos os gentios, se fordes obscurecidos por transgressões?”. A luz deve brilha livremente, sem qualquer empecilho. Leão Tostoi um escritor russo, queixou-se de que os cristãos de seu pais, o deixavam sem convicção e inabalável. Disse que somente suas ações, e não suas palavras, poderiam modificar os temores da pobreza, da enfermidade e da morte que o perseguiam. Suas ações eram bem diferentes das
suas palavras. Orígenes também relata uma história diferente sobre os crentes de seus dias, pois , suas vidas, e não sua palavras, eram o seu testemunho---- invencível

7º- Confie inteiramente na direção do Espírito Santo e estará pronto para cumprir toda a palavra de Deus, como o Espírito lhe esclarecer.
Amado, você só poderá andar de poder em poder, de glória em glória pelo Espírito do Senhor, quando olhar a Jesus e seguir a palavra de Deus. ( 2Co 3:18). Não há, no caso do crente a extinção da glória, como se dera com Moisés, vs 13, . A glória do novo pacto é constante e cada vez maior. Em cada estagio do desenvolvimento espiritual encontramos ema glória maior, mais profunda. Assim, pois, vamo-nos tornando mais e mais gloriosos. Ou seja , tendo e nos servindo da presença de Deus a cada dia.

8º- Deixe Jesus ser sempre a primeira fonte de amor do seu coração.
Se o seu coração estiver apenas um pouco dividido entre Ele e qualquer outra coisa, ainda que seja pai , mãe, filhos, namorada (o), ou um amado e consagrado servo do Senhor, e que tenha sido o instrumento usado por Deus para sua conversão, poder o Espírito se entristecer e interromper o crescimento de sua vida espiritual, porque está idolatrando o mensageiro em lugar de dar glória ao Salvador O Espírito que Jesus fez habitar em nós ama tanto que não suporta nenhum outro junto de Si ( Ef3:17).

9º- Tenha fé em Deus e não consultes os teus próprios sentimentos.
Não lhe acontecerá como sentir, mas como crer assim sucederá (Mt 9:29). Lance pois, todas as suas necessidades espirituais e materiais sobre o Senhor. Tome-o para médico do seu corpo, como para salvador de sua alma.
É melhor que em tudo tenha o Senhor Jesus como seu auxílio, porque Ele é mestre em ajudar. É tão bom, que é ele mesmo que vem ajudar. ( Is 35:4). “ Dizei aos alentados de coração: sedes fortes, não temais; eis que vosso Deus virá com vingança, a recompensa de Deus, ele vos salvará”. A seu favor, querido, se operará milagres que excedem tudo quanto seria possível imaginar e conceber, contemplarão maravilhas.

10º- Viva cada momento e cada dia na esperança da vinda de Jesus.
Jesus disse, “venho sem demora!” ( Ap 3:11). Isto lhe serve de encorajamento para aguardar o Senhor Jesus em breve nas nuvens para lhe levar, juntamente com os santos que comprou com Seu precioso Sangue. Também lhe servirá para estar vigiando e orando em todo o tempo , sem esmorecer.

“Andar de forma digna do Senhor, agradando-lhe em tudo, dando frutos em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus”. ( Cl 1:10).

Pr Cleber Gomes

10 de mar de 2010

ORAÇÃO E TRABALHO


Nos capítulos 1 e 2 do livro de Neemias, Neemias teve conhecimento da situação em que se encontrava o povo de Israel, por isso ele chorou e lamentou muito. Elevou sua oração a Deus e clamou por misericórdia para com aqueles que o amavam e guardavam seus mandamentos. O povo havia sido separado – alguns estavam no exílio; outros, na província. Neemias também deixou claro que o erro partia do próprio povo que havia transgredido a palavra de Deus. Em sua oração ele diz a Deus que apesar dos pecados, eles ainda eram seus servos e o povo que havia sido resgatado com grande poder pela sua poderosa mão.

Neemias utiliza sua influência com o rei Ataxerxes para conseguir reedificar, junto com o povo, os muros de Jerusalém, que haviam sido destruídos. Ao conseguir a autorização e as cartas para que lhe fosse permitido entrar em Judá, porque a boa mão de Deus era com ele, Neemias anima o povo a reedificar os muros e o trabalho se inicia.

Com essas passagens verificamos a importância da união e da cooperação para que um propósito seja realizado. O povo de Israel sofria as conseqüências de seus próprios pecados e isso não alegrava a Deus. Neemias, sofrendo pelo povo que perdia a companhia de Deus, orou e pediu por sua misericórdia. Quando o povo se une para a reedificação dos muros da cidade, vemos a disposição deles para o serviço de Deus.

Nós, hoje, temos o mesmo dever que Neemias, de manter em pé a nossa fortaleza, que é a palavra de Deus. Se o trabalho de divulgação da palavra e do crescimento espiritual dos cristãos estiver se enfraquecendo, devemos, assim como Neemias, orar para Deus, reconhecendo que o pecado parte de nós mesmos e que sabemos da promessa eterna. Devemos unir forças com a congregação para que o trabalho não se ofusque e permaneça abandonado, como foi o caso, durante as décadas antes da volta de Neemias, dos muros da cidade de Jerusalém.

–por Luís Otávio Rezende

Fonte:estudosdabilbia.net

2 de mar de 2010

HUMILDADE


Leitura: "E depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de rece¬ber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas" (Apocalipse 4.10c, 11).

Quando Deus criou o universo, Ele o fez com o único objetivo de tornar a criatura partici¬pante de Sua perfeição e bem-aventurança e, assim, mostrar nela a glória do Seu amor, sabedoria e poder. Deus desejava revelar a Si mesmo dentro e por meio dos seres criados, comunicando-lhes tanto de Sua própria bondade e glória quanto eles fossem capazes de receber. Mas essa comunicação não significava dar à criatura algo que ela pudesse possuir em si mesma, uma vida ou bondade das quais tivesse a responsabilidade e a disposição. De forma alguma! Mas como Deus é eterno, onipresente e onipotente, e sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder, e em quem todas as coisas existem, a relação da criatura com Deus somente poderia ser uma relação de ininterrupta, absoluta e universal dependência. Tão certo como Deus, pelo Seu poder, criou uma vez, assim também, pelo mesmo poder, Deus nos sustenta a cada momento. A criatura não tem somente de olhar para trás, para a origem e para os primórdios da exis¬tência, e reconhecer que todas as coisas vêm de Deus; seu principal cuidado, sua virtude mais elevada, sua única felicidade, agora e por toda a eternidade, é apre¬sentar a si mesma como um vaso vazio, no qual Deus possa habitar e manifestar Seu poder e bondade.
A vida que Deus entregou é concedida não de uma vez, mas a cada momento, continuamente, pela operação incessante de Seu grandioso poder. A humil¬dade, o lugar da plena dependência de Deus, é, pela própria natureza das coisas, a primeira obrigação e a virtude mais elevada da criatura, e a raiz de toda virtude.
O orgulho, ou a perda dessa humildade, então, é a raiz de todo pecado e mal. Foi quando os anjos agora caídos começaram a olhar para si mesmos com autocomplacência que foram levados à desobediên¬cia, e foram expulsos da luz do céu para as trevas exteriores. E também foi quando a serpente exalou o veneno do seu orgulho, o desejo de ser como Deus, no coração de nossos primeiros pais, que eles tam¬bém caíram da sua posição elevada para toda a des¬graça na qual o homem está, agora, afundado. No céu e na terra, orgulho — auto-exaltação — é a porta, o nascimento e a maldição do inferno.
Por isso, nossa redenção tem de ser a restaura¬ção da humildade perdida, o relacionamento original e o verdadeiro relacionamento da criatura com seu Deus. E, portanto, Jesus veio trazer a humildade de volta à terra, fazer-nos participantes dessa humildade e, por ela, nos salvar. Nos céus, Ele se humilhou para tornar-se homem. Nós vemos a humildade Nele ao se dominar a Si mesmo nos céus; Ele a trouxe, de lá. Aqui na terra, "a Si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte". Sua humildade deu à Sua mor¬te o valor que ela hoje tem e, então, se tornou nossa redenção. E agora a salvação que Ele concede é, nada mais, nada menos do que uma comunicação de Sua própria vida e morte, Sua própria disposição e espíri¬to , Sua própria humildade, como o solo e a raiz de Sua relação com Deus e Sua obra redentora. Jesus Cristo tomou o lugar e cumpriu o destino do homem, como uma criatura, por Sua vida de perfeita humilda¬de. Sua humildade é nossa salvação. Sua salvação é nossa humildade.
Assim, a vida dos salvos, dos santos, tem neces¬sariamente de exibir o selo de libertação do pecado e plena restauração do seu estado original; todo seu relacionamento com Deus e com o homem tem de ser marcado por uma humildade que a tudo permeia. Sem isso, não se pode permanecer verdadeiramente na presença de Deus ou experimentar do Seu favor e o poder do Seu Espírito; sem isso não há fé, ou amor, ou regozijo ou força permanentes. A humildade é o único solo no qual a graça enraíza-se; a falta de hu¬mildade é a suficiente explicação de todo defeito e fracasso.

trecho do livro de Andrew Murray - "Humildade - a Beleza da Santidade"

10 de mar de 2010

ORAÇÃO E TRABALHO


Nos capítulos 1 e 2 do livro de Neemias, Neemias teve conhecimento da situação em que se encontrava o povo de Israel, por isso ele chorou e lamentou muito. Elevou sua oração a Deus e clamou por misericórdia para com aqueles que o amavam e guardavam seus mandamentos. O povo havia sido separado – alguns estavam no exílio; outros, na província. Neemias também deixou claro que o erro partia do próprio povo que havia transgredido a palavra de Deus. Em sua oração ele diz a Deus que apesar dos pecados, eles ainda eram seus servos e o povo que havia sido resgatado com grande poder pela sua poderosa mão.

Neemias utiliza sua influência com o rei Ataxerxes para conseguir reedificar, junto com o povo, os muros de Jerusalém, que haviam sido destruídos. Ao conseguir a autorização e as cartas para que lhe fosse permitido entrar em Judá, porque a boa mão de Deus era com ele, Neemias anima o povo a reedificar os muros e o trabalho se inicia.

Com essas passagens verificamos a importância da união e da cooperação para que um propósito seja realizado. O povo de Israel sofria as conseqüências de seus próprios pecados e isso não alegrava a Deus. Neemias, sofrendo pelo povo que perdia a companhia de Deus, orou e pediu por sua misericórdia. Quando o povo se une para a reedificação dos muros da cidade, vemos a disposição deles para o serviço de Deus.

Nós, hoje, temos o mesmo dever que Neemias, de manter em pé a nossa fortaleza, que é a palavra de Deus. Se o trabalho de divulgação da palavra e do crescimento espiritual dos cristãos estiver se enfraquecendo, devemos, assim como Neemias, orar para Deus, reconhecendo que o pecado parte de nós mesmos e que sabemos da promessa eterna. Devemos unir forças com a congregação para que o trabalho não se ofusque e permaneça abandonado, como foi o caso, durante as décadas antes da volta de Neemias, dos muros da cidade de Jerusalém.

–por Luís Otávio Rezende

Fonte:estudosdabilbia.net

2 de mar de 2010

HUMILDADE


Leitura: "E depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de rece¬ber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas" (Apocalipse 4.10c, 11).

Quando Deus criou o universo, Ele o fez com o único objetivo de tornar a criatura partici¬pante de Sua perfeição e bem-aventurança e, assim, mostrar nela a glória do Seu amor, sabedoria e poder. Deus desejava revelar a Si mesmo dentro e por meio dos seres criados, comunicando-lhes tanto de Sua própria bondade e glória quanto eles fossem capazes de receber. Mas essa comunicação não significava dar à criatura algo que ela pudesse possuir em si mesma, uma vida ou bondade das quais tivesse a responsabilidade e a disposição. De forma alguma! Mas como Deus é eterno, onipresente e onipotente, e sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder, e em quem todas as coisas existem, a relação da criatura com Deus somente poderia ser uma relação de ininterrupta, absoluta e universal dependência. Tão certo como Deus, pelo Seu poder, criou uma vez, assim também, pelo mesmo poder, Deus nos sustenta a cada momento. A criatura não tem somente de olhar para trás, para a origem e para os primórdios da exis¬tência, e reconhecer que todas as coisas vêm de Deus; seu principal cuidado, sua virtude mais elevada, sua única felicidade, agora e por toda a eternidade, é apre¬sentar a si mesma como um vaso vazio, no qual Deus possa habitar e manifestar Seu poder e bondade.
A vida que Deus entregou é concedida não de uma vez, mas a cada momento, continuamente, pela operação incessante de Seu grandioso poder. A humil¬dade, o lugar da plena dependência de Deus, é, pela própria natureza das coisas, a primeira obrigação e a virtude mais elevada da criatura, e a raiz de toda virtude.
O orgulho, ou a perda dessa humildade, então, é a raiz de todo pecado e mal. Foi quando os anjos agora caídos começaram a olhar para si mesmos com autocomplacência que foram levados à desobediên¬cia, e foram expulsos da luz do céu para as trevas exteriores. E também foi quando a serpente exalou o veneno do seu orgulho, o desejo de ser como Deus, no coração de nossos primeiros pais, que eles tam¬bém caíram da sua posição elevada para toda a des¬graça na qual o homem está, agora, afundado. No céu e na terra, orgulho — auto-exaltação — é a porta, o nascimento e a maldição do inferno.
Por isso, nossa redenção tem de ser a restaura¬ção da humildade perdida, o relacionamento original e o verdadeiro relacionamento da criatura com seu Deus. E, portanto, Jesus veio trazer a humildade de volta à terra, fazer-nos participantes dessa humildade e, por ela, nos salvar. Nos céus, Ele se humilhou para tornar-se homem. Nós vemos a humildade Nele ao se dominar a Si mesmo nos céus; Ele a trouxe, de lá. Aqui na terra, "a Si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte". Sua humildade deu à Sua mor¬te o valor que ela hoje tem e, então, se tornou nossa redenção. E agora a salvação que Ele concede é, nada mais, nada menos do que uma comunicação de Sua própria vida e morte, Sua própria disposição e espíri¬to , Sua própria humildade, como o solo e a raiz de Sua relação com Deus e Sua obra redentora. Jesus Cristo tomou o lugar e cumpriu o destino do homem, como uma criatura, por Sua vida de perfeita humilda¬de. Sua humildade é nossa salvação. Sua salvação é nossa humildade.
Assim, a vida dos salvos, dos santos, tem neces¬sariamente de exibir o selo de libertação do pecado e plena restauração do seu estado original; todo seu relacionamento com Deus e com o homem tem de ser marcado por uma humildade que a tudo permeia. Sem isso, não se pode permanecer verdadeiramente na presença de Deus ou experimentar do Seu favor e o poder do Seu Espírito; sem isso não há fé, ou amor, ou regozijo ou força permanentes. A humildade é o único solo no qual a graça enraíza-se; a falta de hu¬mildade é a suficiente explicação de todo defeito e fracasso.

trecho do livro de Andrew Murray - "Humildade - a Beleza da Santidade"